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Influenciadores virtuais: conheça a novidade que está tomando conta da internet!



Se você pensava que ser influenciador digital e ganhar dinheiro através das redes sociais é uma profissão moderna, saiba que ela já está ficando para trás. Agora, o termo influenciador digital pode ser levado ao pé da letra. No Brasil e em todo o mundo já estão sendo criados e lançados robôs, hologramas ou avatares – ainda não há nome definido para tal – que são influenciadores 100% digitais.


São personagens criados com técnicas 3D, com nome, personalidade, aparência, idade, voz e tudo mais, que estão transformando o jeito com que marcas se relacionam com clientes e público geral,


A Lu do Magalu é, provavelmente, a influenciadora 100% digital mais conhecida no Brasil hoje, mas muitos outros estão surgindo e podem mudar esse cenário.


Quer entender melhor sobre essa tendência? Contamos tudo sobre ela abaixo!


INFLUENCIADORAS VIRTUAIS NO MUNDO


Fora do Brasil, podemos destacar as influencers Lil Miquela e Noonoouri, que já carregam milhões de seguidores em suas redes sociais. Ambas são engajadas em pautas sociais e políticas e foram contratadas por empresas gigantes mundiais para estrelarem campanhas publicitárias e eventos, principalmente ligados à moda.


Mas também é legal ressaltar uma diferença entre as duas: enquanto a Lil Miquela é uma representação total de um humano, com todos os traços e que “vive” como se fosse um, a Noonoouri é mesmo mais robotizada, sendo praticamente uma “boneca virtual”.


Ou seja, é possível trabalhar com estilos diferentes de robôs, basta a empresa fazer ou escolher um que melhor se adapte a ela.


INFLUENCIADORAS VIRTUAIS DO BRASIL


O país hoje é o segundo no mundo com o maior número de influenciadoras robôs, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. A primeira foi a Vic Kalli, que também atuou mais no campo da moda.


Mas nada se compara ao sucesso da Lu do Magalu. A influenciadora criada pela marca Magazine Luiza conquistou o coração dos usuários de redes sociais e tem obtido muito sucesso, principalmente entre os mais jovens.


No TikTok, por exemplo, em 20 dias o perfil da @magalu já tinha quase 5 milhões de visualizações e 130 mil seguidores. Muito desse sucesso tem a ver com a personalidade dela, além de ser muito divertida e engajada em causas sociais, principalmente femininas.


Com o sucesso da personagem da Magazine Luiza, outras marcas decidiram investir no mesmo. A Natura criou a Nat Natura. Essa, diferente das outras influenciadoras que estão mais no Instagram, atua só no Twitter.


A Nat surgiu como assistente virtual da marca e se tornou a porta-voz da Natura nas redes sociais. Ah, e como todas, ela também é engajada em causas socioambientais e feministas.


O mais recente de todos é o CB, o antigo Baianinho das Casas Bahia. O mascote foi modernizado, virou um adolescente e vai dar uma cara nova nas redes sociais da empresa, sendo o responsável por promover novas campanhas e iniciativas sustentáveis.


VANTAGENS DOS INFLUENCIADORES VIRTUAIS


Reparou que todos os perfis que citamos são ligados à temas sociais, políticos e ambientais? Pois é, essa é uma tendência que as empresas estão seguindo para abordar esses assuntos de forma mais leve e descontraída, principalmente com o público mais jovem


O engajamento em pautas de interesse público é uma das maiores vantagens desse tipo de influenciador já que, diferente dos humanos, eles não cometem deslizes, nem entram em polêmicas ou cometem algum ato hipócrita - algo importante nesta era de cancelamento. Todas as ações são controladas pelas marcas. Outras vantagens são:


- O personagem 3D está sempre à disposição. Não tem problema de agenda e nem cobra cachê;

- Ele é 100% alinhado com a marca;

- Mostra que a empresa está atenta a novas tecnologias e tendências.


No mercado de influenciadores e creators, este novo tipo de perfil pode trazer impactos positivos. Segundo uma pesquisa da Hyper Auditor, o engajamento deles é 3 vezes maior do que o de influencers humanos.


Com a evolução tecnológica, se tornaria mais fácil as empresas criarem e moldarem as próprias influenciadoras do perfil que quiserem do que contratar alguma humana para isso. Afinal, muitas companhias e agências pode achar mais fácil lidar com um robô do que com um ser humano.


Porém, é preciso destacar algumas desvantagens, como:


- O custo alto de uma modelagem 3D;

- A conexão com o público é mais superficial;

- Não é possível realizar ações físicas;

- As ações são mais complexas.


Parece inevitável a criação de produtores de conteúdo com inteligência artificial. Os usuários da internet por smartphones já estão habituados a diversos tipos de inteligências artificiais quando estão navegando nas redes sociais, quando são impactos por marcas e quando estão jogando – Pokémon Go é um exemplo disso. Se conectar a robôs influenciadores não parece ser algo de outro mundo para esta geração. Os avatares estão ganhando espaço e é preciso encarar esta novidade.


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